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João Batista dos Mares Guia
Com o AI-5, vivemos uma ditadura dentro da ditadura. Em 1968, fui preso no 30º Congresso da UNE, em Ibiúna, junto a mil lideranças estudantis de todo o país. Desses, 52 permaneceram detidos — eu entre eles, por ser uma das principais lideranças estudantis de Minas Gerais. Fui condenado por um tribunal militar formado por oficiais superiores do Exército, acusado de “crime de opinião”. Não sabiam como me julgar, porque meu “crime” era pensar livremente e agir de forma coerente
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